Criminalização, Teoria do Etiquetamento e Racismo Institucional na Polícia: autorrealização de uma amarga profecia

Autores

  • Felipe Augusto Fonseca Vianna

Palavras-chave:

Criminalização, Teoria do Etiquetamento, Racismo Institucional, Racial Profiling, Abordagem policial

Resumo

Este artigo trata do processo de criminalização, da teoria criminológica do etiquetamento e do racismo institucionalizado nas polícias estadunidense e brasileira. Nessa linha, problematiza-se o tema com a seguinte indagação: os processos de criminalização
primária e secundária, bem como a teoria do etiquetamento, favorecem e explicam a formação de racismo institucionalizado nas corporações policiais? Após análise preliminar acerca do processo de criminalização e da teoria do etiquetamento, instaura-se uma
discussão sobre o tema, apontando a necessidade de se entender o racismo institucionalizado no seio das polícias como fruto de perceptível predileção das agências do sistema penal por uma clientela buscada nas camadas mais estereotipadas da população. Ademais, o artigo comporta um referencial teórico pautado na mais moderna doutrina do Direito Penal e da Criminologia, segue as diretrizes do método dedutivo e, como técnica de coleta de dados, utiliza a pesquisa bibliográfica. É um artigo de revisão. 

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Publicado

2025-06-25

Como Citar

Vianna, F. A. F. (2025). Criminalização, Teoria do Etiquetamento e Racismo Institucional na Polícia: autorrealização de uma amarga profecia. Revista Jurídica Do Ministério Público Do Amazonas, 16(1/2), 121–164. Recuperado de https://revistajuridica.mpam.mp.br/index.php/rjmpam/article/view/350

Edição

Seção

Doutrina